Cabo Verde – Ilha do Sal e Ilha da Boa Vista

Cabo Verde é um arquipélago independente do continente Africano, localiza-se no Oceano Atlântico e é constituído por dez ilhas: Ilha da Boa Vista, Ilha Brava, Ilha do Maio, Ilha do Sal, Ilha de São Nicolau, Ilha do Fogo, Ilha de Santo Antão, Ilha de Santiago, Ilha de são Vicente e Ilha de Santa Luzia, sendo que esta última não está habitada.

O arquipélago de Cabo Verde foi descoberto pelo navegador português Diogo Gomes em 1460, tendo sido desde então e até meados da década de 70 do século XX uma colónia portuguesa. A independência e a criação do estado de Cabo Verde ocorreu em 1975, um ano após a Revolução de 25 de Abril, que propiciou e acelerou o processo de descolonização.

Os turistas, em Cabo Verde, têm especial preferência pelas Ilha do Sal e da Boa Vista, sobretudo porque é nestas que se encontra a grande maioria das infra-estruturas de apoio à actividade turística.

A Ilha do Sal possui uma das mais belas praias do arquipélago cabo-verdiano, a praia de Santa Maria, local onde pode fica alojado numa das unidades que existem junto ao areal. Uma outra hipótese é saborear uma refeição típica da região tendo o oceano Atlântico como cenário.

Na Ilha do Sal pode ainda visitar as Salinas de Pedra de Lume, situadas na cratera de um vulcão extinto.

Já na Ilha da Boa Vista, um dos locais mais visitados é o Parque Nacional do Pico d’Antónia. Por outro lado pode também subir até ao Monte da Batalha e apreciar uma fantástica vista panorâmica sobre Sal Rei, a maior cidade da ilha. No que diz respeito a praias, os turistas são unânimes em apontar a praia do Curralinho como a melhor e mais bonita da ilha.

Não pode vir de Cabo Verde sem trazer uma das suas famosas peças artesanais que pode adquirir em qualquer ilha. A cestaria em caniço, a tapeçaria ou as estátuas em barro vermelho, bem como as bijutarias ou as bonecas de trapo são os artigos de artesanato tipicamente cabo-verdianos.

Uma das actividades mais procuradas pelos turistas em Cabo Verde e que pode ser praticada em qualquer uma das ilhas é o mergulho. As aguas límpidas do Atlântico convidam a um mergulho nas suas profundezas para um contacto muito directo com as criaturas que as habitam. Os passeios em todo-o-terreno são também uma alternativa para fugir à rotina da praia.

Mesmo sem termo de comparação com a noite das cidades europeias, Cabo Verde oferece óptimas opções para acabar o seu dia, começando num jantar típico e saboroso e depois seguir pela noite dentro num dos muitos bares ou discotecas de todas as ilhas. Existem locais dedicados aos ritmos quentes do país e outros ao estilo de música internacional.

Tendo um sistema de transportes minimamente eficiente, estes dificilmente cumprem os horários previstos. Por exemplo, é bastante comum que os barcos partam mais cedo do que o previsto ou que os voos de avião registem atrasos de horas. A TACV (companhia aérea cabo-verdiana) realiza com bastante regularidade voos domésticos entre ilhas. Para este tipo de viagem pode também optar pelo ferry que, apesar de ser mais lento, tem um custo muito mais acessível. Para circular dentro das ilhas as únicas opções são o autocarro ou o táxi, embora possa ponderar o aluguer de uma viatura para se movimentar com mais autonomia.

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Para viajar para Cabo Verde convém tem em conta o seguinte:

  • É necessário o Passaporte e um visto de entrada no país.
  • A corrente eléctrica tem 220 V e as ligações não diferem com as que são usadas em Portugal.
  • A moeda corrente é o Escudo de Cabo Verde (CVE) e os idiomas são o Português e Crioulo.
  • Relativamente a questões sanitárias, não há vacinas obrigatórias ou necessidade de prevenção da malária, no entanto deve consumir apenas água engarrafada e todos os alimentos devem ser bem cozinhados.

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